Uma história de 21 anos construída ao lado de empreendedores que tiveram a coragem de começar.
Em 2005, quando Cristhiane Athayde decidiu iniciar sua atuação no mercado de propriedade intelectual, o mundo dos negócios era muito diferente do que conhecemos hoje.
O Facebook estava dando seus primeiros passos. O YouTube ainda não existia. O Instagram levaria mais cinco anos para ser lançado e o WhatsApp demoraria quase uma década para se tornar uma das principais ferramentas de comunicação das empresas.
Naquele momento, poucas pessoas imaginavam o impacto que a tecnologia teria na forma de empreender.
E menos pessoas ainda falavam sobre propriedade intelectual.
Foi nesse cenário que Cris começou a construir uma trajetória que, mais tarde, daria origem ao que hoje é a Intelivo.
O trabalho era quase artesanal. Muito baseado em relacionamento, confiança e, principalmente, conscientização. Era preciso explicar aos empresários por que uma marca tinha valor, por que ela precisava ser protegida e por que aquela decisão poderia fazer diferença no futuro do negócio.
Na época, registrar uma marca ainda era visto por muitos como algo distante da realidade das pequenas e médias empresas.
Mas o mercado mudou.
E mudou rápido.
Nos anos seguintes, surgiram as redes sociais, o comércio eletrônico ganhou força, os smartphones transformaram hábitos de consumo e as empresas passaram a ter uma exposição que antes parecia impossível.
Negócios que antes atendiam apenas uma cidade passaram a vender para todo o país.
Alguns anos depois, uma pandemia aceleraria ainda mais essa transformação.
De repente, milhares de empresas precisaram aprender a vender online, criar presença digital e se comunicar em um ambiente muito mais competitivo do que qualquer geração de empreendedores havia enfrentado até então.
Muitas marcas nasceram nesse período.
Outras desapareceram.
Algumas conseguiram se reinventar.
Outras ficaram pelo caminho.
Mas uma coisa se tornou cada vez mais evidente: quanto mais visível uma empresa se torna, mais importante é proteger aquilo que a diferencia das demais.
Enquanto o mercado evoluía, Cris também construía sua própria história.
Ao longo dessas duas décadas, conciliou o crescimento da empresa com a maternidade, viu seus quatro filhos crescerem e acompanhou de perto as transformações do empreendedorismo brasileiro.
Talvez por isso a relação construída com muitos clientes vá além de um processo de registro.
Porque, em muitos casos, as histórias cresceram juntas.
Empresas que começaram pequenas se consolidaram.
Marcas ganharam espaço no mercado.
Negócios familiares iniciaram processos de sucessão.
E hoje, um dos capítulos mais simbólicos dessa trajetória acontece dentro da própria empresa, com a participação do filho mais velho na continuidade do trabalho construído ao longo desses 21 anos.
É uma coincidência interessante.
Enquanto muitas empresas clientes começam a planejar o futuro de suas marcas para as próximas gerações, a própria Intelivo também vive seu processo de continuidade.
Ao longo desse caminho, foram mais de 5000 clientes atendidos e mais de 10.000 ativos intelectuais registrados.
Mas os números contam apenas parte da história.
Porque o verdadeiro patrimônio construído nesses 21 anos não está apenas nos registros realizados.
Está nas empresas que continuam crescendo.
Nas marcas que atravessaram diferentes momentos do mercado.
E nos empreendedores que entenderam que uma marca não é apenas um nome.
É um ativo. É reputação. É valor.
Quando Cris começou essa jornada, quase ninguém falava sobre propriedade intelectual.
Hoje, empresas dependem do registro de marca para expandir operações, atuar em marketplaces, licenciar produtos, estruturar franquias e proteger ativos que se tornaram cada vez mais valiosos em um mercado digital.
Muita coisa mudou desde 2005.
Mas existe algo que permanece exatamente igual.
A missão de ajudar empresas a proteger aquilo que levam anos para construir.
E talvez seja justamente por isso que, depois de 21 anos, o que mais faz diferença não seja a tecnologia, os sistemas ou as mudanças do mercado.
Continue sendo a boa conversa, o olhar atento para cada negócio e a confiança construída com quem deposita seus sonhos, investimentos e projetos em nossas mãos.
Porque marcas são registradas em processos.
Mas histórias são construídas por pessoas!
Que venham mais 21 anos fazendo história!











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