Projeto em discussão no Congresso reforça uma tendência que o mercado já começou a perceber: registrar uma marca é apenas o primeiro passo.

Durante anos, a principal preocupação de quem empreende era conseguir registrar a marca da empresa.

O pensamento era simples: protocolar o pedido, obter a concessão e seguir em frente.

Mas o mercado mudou.

E agora uma proposta em discussão no Congresso Nacional pode reforçar ainda mais essa mudança de comportamento.

Recentemente, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que busca definir com mais clareza quando começa a contar o prazo para que o titular de uma marca registrada possa recorrer à Justiça ao descobrir um uso indevido da sua marca.

O texto ainda precisa passar por novas etapas de tramitação antes de se tornar lei, mas já provocou um debate importante no universo da propriedade intelectual.

O próprio relator utilizou uma expressão que rapidamente chamou atenção, "usucapião da marca".

Na prática, não significa que alguém poderá "tomar" uma marca registrada como acontece no usucapião de um imóvel. A expressão foi utilizada como uma analogia para ilustrar uma ideia importante, a demora do titular em defender seus direitos pode ter consequências jurídicas.

Mais do que discutir um novo conceito, o projeto chama atenção para uma realidade que muitas empresas ainda ignoram.

Uma marca não termina quando é registrada. Ela continua existindo todos os dias.

Enquanto a empresa cresce, novos concorrentes surgem, pedidos semelhantes podem ser protocolados, alterações cadastrais acontecem e o mercado se transforma constantemente.

Imagine uma empresa que descobre, anos depois, que um concorrente passou a utilizar um nome muito parecido com o seu.

Ou um empresário que só percebe tarde demais que outra marca começou a ganhar espaço utilizando uma identidade capaz de gerar confusão no consumidor.

Situações como essas não são hipotéticas. Elas fazem parte da rotina da propriedade intelectual.

E, se a proposta avançar, acompanhar esses movimentos poderá se tornar ainda mais relevante.

Essa discussão também ajuda a derrubar uma das maiores falsas sensações de segurança do mercado. Muitos empresários acreditam que o certificado de registro encerra o processo.

Na verdade, ele inaugura uma nova etapa.

A etapa da gestão da marca.

Assim como uma empresa acompanha seu fluxo de caixa, monitora contratos, controla estoque ou acompanha indicadores financeiros, seus ativos intelectuais também precisam de atenção contínua.

É justamente por isso que grandes empresas mantêm monitoramento permanente sobre suas marcas.

Não porque esperam um problema acontecer mas, porque preferem identificá-lo antes que ele gere prejuízo.

Nos últimos meses, diversos casos mostraram como a gestão da marca tem se tornado cada vez mais estratégica.

Empresas precisaram realizar rebranding após conflitos de registro.

Marcas conhecidas disputam classes específicas dentro do INPI.

Pedidos enfrentam recursos administrativos.

Marcas de alto renome ampliam sua proteção.

Agora, o debate sobre o chamado "usucapião da marca" reforça uma mensagem que vai além do próprio projeto de lei.

O futuro da propriedade intelectual não está apenas no registro.

Está na capacidade de acompanhar, monitorar e agir no momento certo.

Independentemente de a proposta ser aprovada ou não, uma coisa já está clara: o empresário que enxerga sua marca como um patrimônio não pode tratá-la como um documento guardado na gaveta.

Ela é um ativo vivo.

E ativos vivos precisam de gestão!

O que isso significa para sua empresa?

A principal lição desse debate é simples, proteger uma marca não é um evento. É um processo contínuo.

Por isso, contar com uma equipe especializada e ferramentas de monitoramento faz toda a diferença para identificar riscos, acompanhar movimentações e agir preventivamente sempre que necessário.

Porque, no fim das contas, uma marca leva anos para construir.

E alguns minutos de atenção no momento certo podem evitar prejuízos que custariam muito mais no futuro.

Foi pensando exatamente nesse cenário que a Intelivo desenvolveu o Intelivo 365: uma plataforma criada para transformar o acompanhamento da marca em um processo simples, estratégico e contínuo.

Com monitoramento de publicações, alertas preventivos, controle documental e acompanhamento de possíveis riscos, o Intelivo 365 ajuda empresários a terem mais tranquilidade e previsibilidade sobre um dos ativos mais importantes do negócio.

Porque uma marca leva anos para ser construída.

E merece ser acompanhada todos os dias.

Conheça o Intelivo 365 e descubra como transformar o registro da sua marca em uma proteção contínua.